Os Caminhos da cura passam pelo coração

Perdão é uma palavra que possui inúmeras definições. Significa decisão, atitude, processo e modo de vida. É algo que oferecemos aos outros e às vezes aceitamos. É uma decisão de ver além dos limites de nossa personalidade, além dos medos, idiossincrasias, neuroses e erros. De ver uma essência pura, não condicionada pela nossa história pessoal.

Perdoar é um estilo de vida que gradualmente nos transforma de vítimas das nossas circunstâncias em poderosos e amorosos co-criadores da nossa realidade. Como modo de vida envolve o compromisso de experimentar cada momento de maneira nova, clara, sem medo, sem a interferência de percepções passadas. Ele é o fim que obscurece a nossa capacidade de amar.

A raiva, o ressentimento, a hostilidade, a vergonha e a culpa afetam de forma direta o bem-estar físico. Como qualquer reação humana baseada no medo, emoções como raiva e culpa influenciam não só o humor como também a fisiologia. A psiconeuroimunologia apresenta grande número de provas de que a paz de espírito, alegria, otimismo e amor se traduzem em respostas bioquímicas que ativam um sistema de cura inato dentro do corpo. Esses sentimentos, além de gerarem saúde emocional, estimulam a cura de sintomas físicos.

Em situações desgastantes, o mecanismo de reação de luta ou fuga permite-nos entender como o medo, raiva, ressentimento, vergonha e culpa afetam o corpo. Quando uma reação de luta-fuga (estresse) é ativada, são alteradas a digestão, assimilação e eliminação de substâncias do organismo, pois se fecham os vasos sangüíneos existentes no estômago e intestinos.

O desgaste emocional ainda aumenta o fluxo sangüíneo para os grupos de grandes músculos, cérebro, coração e pulmões. A pressão sangüínea sobe, a pulsação acelera e o batimento cardíaco aumenta. A bioquímica do sangue se altera. Há liberação de hormônios de tensão, adrenalina e noradrenalina, açúcar e ácidos de gordura que são jogados no sangue, servindo como combustível da atividade muscular. Essas reações são normais frente à ameaças no sentido de sobrevivência.

Pessoas ou circunstâncias que nos causam raiva ou nos ameaçam não precisam estar presentes para que tais reações sejam despertadas. Como o sistema nervoso não distingue eventos que estão ocorrendo ou que estão sendo revividos, não só experimentamos desgaste físico e emocional cada vez que nos zangamos, mas também cada vez que nos recordamos da raiva.

Algumas pessoas são mais vulneráveis ao colapso emocional durante o estresse, talvez por meio da depressão, letargia, indecisão ou hostilidade. Outros são mais vulneráveis nos colapsos físicos como problemas nas juntas, músculos, sistema respiratório, ou depressão do sistema imunológico. Os sintomas podem incluir dor de cabeça (cefaléias), irritações da pele, problemas gastrointestinais, câncer, herpes, hipertensão, cardiopatias, entre outros.

Um sistema imunológico em baixa deixa-nos vulneráveis à gripes e resfriados e também a doenças auto-imunes, como artrites reumatóide e lúpus. Também afeta a habilidade do corpo de se livrar das células cancerígenas.

O doutor Simonton, pioneiro na divulgação da relação entre fatores emocionais e câncer, identifica como característica psicológica chave das pessoas com tendência ao câncer “uma inclinação a guardar ressentimento a uma incapacidade de perdoar.” O ressentimento crônico suprimido pode ser o fator mais significativo na deficiência do sistema imunológico.

Quando as células do câncer se formam, como acontece com todo mundo, o sistema imunológico saudável livra-se delas e impede a proliferação. Os hormônios de estresse, que são ativados pela raiva e ressentimentos, afetam esse processo natural de eliminação de células cancerígenas.

Pesquisas mostram que a alegria, sentimentos de paz e o perdão são indicadores fortes de uma solução positiva no tratamento de câncer de mama. O bom relacionamento das pacientes com o médico, terapeuta ou pessoas que fazem parte da sua vida também são de importância primária.

O estresse, raiva de hostilidade e falta de perdão estão envolvidos de uma forma direta na saúde do coração. Provas científicas mostram que corações confiantes e livres de mágoas vivem vidas mais longas e saudáveis.

Estudos mostram que a pressão arterial sobe, aumentam os batimentos cardíacos, tensões musculares ficam mais altas em pessoas que eram levadas a lembrarem situações difíceis que não conseguiram perdoar. Isto sugere que a resposta ao estresse é maior em situações que não houve o perdão do que nas que conseguiram perdoar.

O tipo de personalidade, segundo Friedman e Rosenman, muito ambiciosa e competitiva, sempre apressada e facilmente levada à hostilidade e raiva por irritações diárias, predispõe o indivíduo a doenças cardiovasculares. Ficou patente que, neste tipo de personalidade, que o gatilho para tais afecções estão na raiva e na hostilidade suprimidas com conseqüências biológicas sérias.

Mesmo destacando o câncer e as doenças coronárias, a raiva e a culpa podem manifestar- se com sintomas físicos de várias maneiras. O corpo comunica-se por metáforas na tentativa de resolver conflitos. A dor no peito talvez esteja sugerindo a dor emocional de um coração que não deixa o amor entrar ou sair.

Antes de utilizar o perdão em relações mais íntimas, é importante lidar com o sofrimento pessoal, tristeza, raiva, ressentimento e culpa. O perdão é essencial para a cura e para a experiência de nossa totalidade. Para experimentar essa totalidade, nenhuma parte de nós pode ser negada.

Qualquer pessoa criada em ambiente hostil, onde sofreu abusos físicos ou emocionais, rejeição, abandono, deve perdoar para curar-se plenamente. Antes de perdoar, deve assumir a dor que experimentou, reconhecê-la, avaliá-la e admitir que ela é verdadeira. Assumindo a dor do passado, ela se transforma na própria riqueza da vida.

Anestesiar ou negar nossa dor e raiva com drogas, álcool, compras, trabalho, doença ou com um verniz de doçura e aceitação não nos livra dela.

Perdão acarreta a autêntica aceitação do nosso valor como seres humanos, a compreensão de que os erros são oportunidades para o crescimento, para a consciência e para o cultivo da compaixão e a percepção da extensão do amor para nós mesmos e para os outros. Perdão é uma atitude. Ele apela à razão, às entranhas e ao coração.

Lúcia Miranda
Psicóloga especializada em terapia para cardíacos.

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O QUE DEVEMOS CURAR EM NÓS?


O que devemos curar em nós?

Todos os tipos de comportamento, de raciocínios, de características de personalidade, que nos diferenciam dos nossos irmãos mais evoluídos do Plano Astral, dos Mestres, dos Orientadores.

Eles estão num lugar de freqüência vibratória mais elevada. O que nós temos e eles não têm mais são as impurezas e as imperfeições, das quais viemos nos libertar. O nosso caminho nos direciona para a perfeição e eles nos sinalizam o rumo, mas para isso é preciso que não culpemos nada e ninguém e entendamos que as nossas imperfeições são coisas nossas, que nos acompanham há muito tempo, há muitas encarnações.

E se isso acontece é porque não temos realmente aproveitado nossas encarnações para nos libertarmos delas, nos curarmos, nos purificarmos.

O ser humano é muito incompetente na sua evolução espiritual.

Geralmente lida melhor com o terreno, o material.

A regra de ouro é:

Ante um fato desagradável fique bem atento ao que emerge de negativo de dentro de si.

Aí está a imperfeição que veio ser eliminada!

Se acreditar que tem razão para sentir essa imperfeição, entenda que esse raciocínio está vindo do seu Eu Inferior, uma fonte nada confiável… Os nossos Eus inferiores sempre acham que têm razão para sentir e manifestar raiva, mágoa, tristeza, medo, etc. Enquanto que os nossos Eus Superiores ficam “torcendo” para que diante as situações que fazem essas imperfeições aparecerem, nós aproveitemos para nos curarmos delas, entendendo que essas situações, aparentemente negativas, são potencialmente positivas para a nossa evolução espiritual (purificação).

Colocar as questões aparentemente injustas ou desagradáveis como questões potencialmente positivas e não negativas, ou seja, experiências oportunizadoras necessárias para a nossa evolução, faz com que o paciente, ao invés de vitimizar-se, passe a entender que esses fatos, são, na realidade, testes necessários e indispensáveis, e se ele os vencer estará cumprindo a sua Missão.

Se for derrotado, essa encarnação vai aos poucos perdendo seu sentido, pela repetição de erros e enganos (mágoa, raiva, medo, insegurança, etc.) já cometidos em encarnações anteriores.

O caminho para a vitória é a liberdade emocional, de si mesmo e dos outros, através da compreensão da relatividade da persona e de suas ilusões, por seu caráter temporário, de apenas uma encarnação. Na verdade, quanto mais “obstáculos” encontrarmos pelo caminho, mais estaremos sendo exigidos por nós mesmos para vencê-los e superá-los.

E se os testes e provas parecem pesados demais, das duas uma: ou somos evoluídos o suficiente e nos propusemos na fase pré-reencarnatória a enfrentá-los para tentar vencê-los ou somos “merecedores” daquilo por acúmulo de erros e enganos em vidas terrenas anteriores e optamos por vivenciá-los na esperança de superá-los.

Somos seres que estão evoluindo nesse planeta e isso implica na necessidade de passarmos pelas situações aqui vigentes e que irão nos atingir, nos conflitar. A finalidade disso é fazer vir à tona o que temos de curar em nós, o que ainda temos de imperfeito.

Então nós descemos do Plano Astral da Terra para encontrarmos essas situações, e elas são consideradas ruins, injustas e cruéis porque fazem aflorar o que temos de desagradável em nós.

Por exemplo, alguém que necessita curar uma antiga tendência de magoar-se, sentir-se abandonado e rejeitado, necessitará passar por situações que lhe façam confrontar-se com isso para que venha à tona essa tendência. Num primeiro momento, ele sentir-se-á magoado, abandonado e rejeitado, pois isso é o que veio “dentro” dele para ser curado e se continuar toda a sua vida com esses sentimentos negativos, com essa tendência, passará por mais e mais situações semelhantes e de nada adiantará o sofrimento decorrente, já que o que deve ser curado e não está sendo, seguidamente será confrontado com situações semelhantes (gatilhos).
Se desencarnar com essa tendência, voltará a encarnar para passar por situações idênticas, em seu conteúdo emocional, para tentar novamente.

Então, nesse exemplo, se uma infância extremamente traumática, com um pai ou uma mãe ausente, fizeram emergir tais sintomas, visto pelo enfoque terreno, ilusório e patogênico, foi uma situação injusta e cruel, que “gerou” a mágoa e o sentimento de rejeição.

*Mas, visto pelo enfoque reencarnacionista, nada foi injusto e cruel e sim experiências necessárias, elaboradas no próprio tecido do destino daquela Alma, e que visam fazer aflorar o que veio para ser curado nessa encarnação e que necessitava de tais situações para ser revelado e poder ser curado.

Quem veio curar o orgulho vai ter de passar por situações que façam aflorar o orgulho; quem veio curar a mágoa vai ter de passar por situações que façam aflorar a mágoa; quem veio curar a raiva vai ter de passar por situações que façam aflorar a raiva; e assim por diante.

Para quem veio para trabalhar questões como dinheiro, beleza, poder, etc., desde a infância surgirão situações e experiências que farão vir à tona o que veio para ser curado.

Se for encarado pelo ponto de vista da Personalidade Inferior o mais provável é que a verdade seja distorcida e as ilusões predominem, gerando conseqüências comportamentais em desacordo com os objetivos da Essência. Isso se aplica em quem reencarna em famílias com grande poder aquisitivo, em uma “casca” muito bonita, atraente, etc. E também o contrário, em quem nasce em famílias muito pobres, quem nasce com uma “casca” feia, etc.

*O psicoterapeuta reencarnacionista deve sempre lembrar ao seu paciente que existe um por quê dele ter vindo em uma família rica, ou em uma pobre, com um veículo físico bonito, ou feio, etc.

*Tudo tem uma explicação e uma finalidade, e sempre visa aflorar o que necessitamos purificar em nós. Uma pessoa não vale pelo que aparenta ser e sim pelo que é realmente. Muitas vezes, alguém de uma classe inferior, para usar um termo de estratificação social, é mais evoluído espiritualmente do que outro de classe mais elevada, mas é tratado como inferior.

*Conheço empregadas domésticas mais evoluídas do que suas patroas e secretárias mais evoluídas do que seus patrões.

Enquanto ainda estamos longe do tempo em que todas as pessoas exercerão trabalhos gratificantes e edificantes, que visem a evolução de si próprios e da humanidade, é de fundamental importância que os terapeutas e as terapias em geral atentem para essas questões que colocamos aqui.

Aos que não sabem o que estão fazendo aqui, os que não acham importante viver, os que prendem-se em sentimentos negativos, em pensamentos autodestrutivos, os que fogem nas drogas, socialmente aceitas ou não, os que vivem por viver, os que prendem-se ao fútil e ao superficial e a todos os que não sabem do que estamos falando aqui, o psicoterapeuta reencarnacionista deve mostrar que existe, sim, um objetivo em viver, que é importante, sim, estarmos aqui, que a vida terrena é como uma corrida de obstáculos e que é de fundamental importância para as Essências que as suas Personalidades terrenas sejam vencedoras nessa prova.

*É preciso que saibam que esses obstáculos desaparecerão quando forem vencidos, pois não mais serão necessários, e que não são negativos em si, mas apenas experiências possibilitadoras de vitória.

por Mauro Kwitko – maurokwitko@yahoo.com.br

www.maurokwitko.com.br

Cura Havaiana

Jacuzzi havaiano. A primeira fase é a limpeza. Kapu Kai purificação da água salgada. O oxigênio nas ondas quebrando a pele limpa e oxigena o corpo todo.

Lomilomi da massagem do mar no corpo e purifica o espírito. A vibração e a freqüência das ondas do pohaku /rochas sintoniza a alma com natureza.

Respiração ou HA, torna-se oxigenado pelo de mar e ar puro.

A terapia da cor cura com o azul do céu e do mar, o verde das árvores e plantas marinhas e a areia preto e vermelha equilíbram os receptores no cérebro liberando o stress e ativando o nível primário de bem-estar.

Beber pequena quantidade de água salgada e também os sucos havaianos tem sido utilizado para tratar o câncer, as glândulas, auxiliando a circulação, digestão e terapia celular da massa encefálica.

Música havaiana a genialidade de Makana … enche o coração de aloha.

Juntos, vocês temos o início da terapia de cura havaiana.

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