A Regra Áurea

CRISTIANISMO
“Faça ao teu próximo somente o que gostaria que lhe fizessem.”
JUDAISMO
“Não faças ao teu semelhante aquilo que para ti mesmo é doloroso.”
CONFUCIONISMO
“Não faças aos outros aquilo que não queres que eles te façam.”
HINDUISMO
“Não faças aos outros aquilo que, se a ti fosse feito, causar-te-ia dor.”
TAOÍSMO
“Considera o lucro do teu vizinho como teu próprio, e o seu prejuízo como se também fosse teu.”
ZOROASTRISMO
“A Natureza só é amiga quando não fazemos aos outros nada que não seja bom para nós mesmos.”
BUDISMO
“De cinco maneiras um verdadeiro líder deve tratar seus amigos e dependentes: com generosidade, cortesia, benevolência, dando o que deles espera receber e sendo tão fiel quanto à sua palavra.”
JAINISMO
“Na felicidade e na infelicidade, na alegria e na dor, precisamos olhar todas as criaturas assim como olhamos a nós mesmos.”
SIKHISMO
“Julga aos outros como a ti mesmo julgas. Então participarás do Céu.”
ISLAMISMO
“Ninguém pode ser um crente até que ame o seu irmão como a si mesmo.”

PERGUNTAS
Independente da religião que adotamos, praticamos, simpatizamos ou não, e lembrando que nossas crenças religiosas são nossos direitos inalienáveis:
– Já paramos para analisar a extraordinária, magnífica, excepcional e colossal “COINCIDÊNCIA” que consiste nos ensinamentos desta Regra Áurea serem semelhantes entre si nas dez mais importantes religiões do mundo, cada uma delas instituída em época, local e cultura diferentes?
– Sabendo que não é possível existir uma coincidência deste porte, desta magnitude e desta envergadura, o que este fato evidencia?

RESPOSTAS
Numa análise imparcial, neutra e à luz do bom senso, este fato demonstra que aqueles dez ensinamentos desta Regra Áurea têm A MESMA FONTE, à qual, conforme a nossa crença, podemos chamar de Deus, Alá, Jeová, Fonte Suprema, etc.
Ou então podemos concluir que os fundadores daquelas dez mais importantes religiões foram intuídos e inspirados por mensageiros ou intermediários daquela Fonte Suprema, aos quais, conforme a nossa crença, podemos chamar de Espírito Santo, Espiritualidade, Mentores, Anjos, Arcanjos, Avatares, Cristo, etc.

CONCLUSÕES GENÉRICAS
É bom que existam muitas religiões porque, deste modo, sempre haverá uma que seja compatível com a capacidade, o perfil psicológico e a preferência de cada um.
No entanto, devemos estar atentos para seguinte realidade que – à luz dos cristalinos e insofismáveis fatos acima – já podemos perceber:
– Cada religião, longe de ser a absoluta dona da verdade, é apenas um dos muitos canais da mesma Fonte Suprema.

POR OUTRO LADO
Lembrando aquela inspirada frase de Divaldo Franco – “mil vezes um bom ateu do que um mau religioso” – devemos nos lembrar de que, acima da nossa adoção e da nossa prática dessa ou daquele religião, deve estar a nossa conduta cotidiana conforme nos ensinam claramente aquelas dez versões desta Regra Áurea.
Em outras palavras, o que verdadeiramente importa é que, no nosso dia-a-dia, todos os dias:
– Devemos fazer ao próximo somente o que gostamos que nos façam.

FINALMENTE
Considerando que a fonte daqueles dez semelhantes ensinamentos desta Regra Áurea é a mesma, como também podemos considerar este fato?
Resposta
– Como um convite implícito (ou explícito?) para pelo menos compreendermos o Universalismo que consiste não somente no respeito a todas religiões alheias, e sim também na prática da Religiosidade sem a obrigatoriedade do intermédio (ditatorial ou não) dessa ou daquela religião.

CONCLUSÃO INDIVIDUAL
Quando cada um de nós – seja seguidor fanático ou liberal dessa ou daquela religião, seja universalista, seja ateu ou indeciso – praticar cotidianamente esta Regra Áurea, estará agindo de maneira “politicamente correta”.

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