COMO O SEU CRESCIMENTO ESPIRITUAL CURA O MUNDO

10398048_883321031683012_5658011098269187012_nMensagem de Owen K. Waters
1º de Junho de 2014

Você sabia que apenas uma pessoa espiritualizada pode trazer a elevação espiritual a milhões de pessoas?

Ela realmente pode, e ela pode se divertir fazendo isto!
Veja como isto funciona.

Bem-Vindo ao Cinturão da Mente

Uma atmosfera de ar envolve este planeta e assim também uma atmosfera de consciência. Este cinturão global da mente consiste de pensamentos e sentimentos de todos no planeta. Enquanto os pensamentos causam a atividade elétrica dentro do cérebro, eles se originam como energias mentais não físicas.

Cada momento de cada dia, a sua mente sente esta frequência do cinturão da mente com o qual você está sintonizado. Cada momento de cada dia, você muda o cinturão da mente, contribuindo com os pensamentos e sentimentos que se irradiam de sua consciência.

A maior parte dos seres humanos opta por bloquear a telepatia consciente, mas a sua mente subconsciente é totalmente telepática, consciente da atmosfera mental em que você existe e alimenta esta informação através da mente consciente.

ENERGIA MENTAL

O Universo está cheio de uma gama ampla de energias em todos os níveis de manifestação. Enquanto a ciência da Física se concentra apenas nas energias físicas, você precisa se aventurar além dos sentidos físicos para apreciar as energias metafísicas.

A energia mental tem tanto o aspecto yin, quanto o yang. Estas nos são familiares como o pensamento e o sentimento. Elas não são opostas, mas agem como aspectos complementares, da mesma maneira que a eletricidade e o magnetismo agem em uníssono um com o outro, para formar a luz.

Quando você tem um tipo intelectual de pensamento, ele invoca sentimentos complementares. Da mesma forma, quando você tem um sentimento, ele invoca pensamentos complementares.

Você provavelmente já disse: “Ei! Eu pensei nisto primeiro!”

Alguma vez você já teve uma idéia e então viu outras pessoas expressarem ou usarem esta mesma idéia?

Você provavelmente disse: “Ei” Eu pensei nisto primeiro!”

Bem, é assim exatamente que o cinturão da mente funciona. É uma atmosfera que você compartilha com todos os outros seres sensíveis, mas você se sintoniza especialmente com os temas e frequências da mente que mais lhe interessam.

O cinturão da mente compartilhado globalmente é o meio que permite que descobertas e invenções ocorram ao mesmo tempo por pessoas que não estão em contato físico, umas com as outras.

Por exemplo, a descoberta do oxigênio foi feito não por um pesquisador, mas por três pesquisadores diferentes, em três países diferentes, ao mesmo tempo. O cálculo matemático foi outro exemplo. Ele foi criado por Newton, na Inglaterra e por Liebnitz, na Alemanha, ao mesmo tempo, levando anos de divertida rivalidade.

VOCÊ ELEVA O CINTURÃO DA MENTE

Ao longo de sua vida, você contribui com as energias do cinturão da mente e você faz a sua parte para tornar o mundo no que ele é hoje.

Como uma pessoa espiritualizada, você eleva o cinturão da mente, porque a frequência da consciência centrada no coração é mais elevada do que os pensamentos em torno do eu, da pessoa mediana, em toda a face do globo.

Neste ponto, você pode imaginar como as pessoas espiritualizadas – uma porção menor da população atual – pode fazer o bem, em um mundo afetado por tanto materialismo, ou mesmo pelo pensamento depressivo. A resposta pode surpreendê-lo.

O Criador embaralhou as cartas a favor da evolução espiritual.

Como uma pessoa espiritualizada, os seus pensamentos de frequência mais elevada têm exponencialmente mais poder e influência do que os pensamentos de frequência menos elevada.

Por definição, pelo menos 80% da população têm um efeito médio sobre o cinturão da mente.

Você, no entanto, tem uma vantagem na frequência que capacita a sua influência no mundo, bem mais do que você possa ter percebido.

O pesquisador David R. Hawkins passou anos investigando os efeitos de toda a gama de frequência da consciência humana e veio com uma descoberta surpreendente.

Como uma pessoa espiritualmente consciente, a influência de sua consciência é equivalente a centenas de milhares de pessoas estatisticamente medianas. Este fato surpreendente nos apresenta uma incrível oportunidade de ajudar os outros e fazer uma diferença muito positiva no mundo.

A consciência de uma pessoa no nível de entrada para a consciência espiritual, contrabalança e eleva o efeito dos pensamentos de 800.000 pessoas da consciência média, ao redor do mundo!

Imagine o que acontece quando você ultrapassa o nível de entrada e trabalha a cada dia em seu próprio crescimento espiritual! Antes que o saiba, você está ajudando a elevar dezenas de milhões de pessoas e fazendo do mundo um lugar distintamente melhor do que teria sido sem o benefício de sua presença.

Quando você eleva a sua consciência, você, exponencialmente contribui mais com a qualidade espiritual da mente global.

Paradoxalmente, o seu maior serviço à humanidade é se concentrar em seu próprio crescimento espiritual.

Este maravilhoso nível de serviço à humanidade ocorre como um efeito direto de sua consciência sobre um mundo que tem sido tão carente do pensamento espiritualmente condicionado.

FAÇA DO MUNDO UM LUGAR MELHOR

Tome uma decisão de desenvolver o seu crescimento espiritual em uma base diária.
Escolha um momento para reflexão e práticas espirituais a cada dia.

Passe este tempo aumentando a frequência da sua consciência, envolvendo-se em sua própria escolha das atividades espirituais, tais como: meditação, estudos espirituais, reflexão, o uso de óleos essenciais sagrados e técnicas de recarga energética.

Começar cada dia com uma prática espiritual é um hábito que logo se torna o destaque de cada dia. O efeito colateral de trazer a elevação a milhões de outras pessoas cumpre hoje um propósito fundamental de cada pessoa espiritualizada no planeta.

Nascemos para tornar o mundo um lugar melhor…

Vamos fazê-lo!

Por favor, respeite todos os créditos ao compartilhar
http://stelalecocq.blogspot.com/2014/06/como-o-seu-crescimento-espiritual-cura.html
http://www.spiritualdynamics.net/
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

Grata Regina!

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Meu filho, você não merece nada

ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
E-mail: elianebrum@uol.com.br
Twitter: @brumelianebrum

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

Liberdade e amor andam juntos

“Liberdade e amor andam juntos. Amor não é reação.”
– Jiddu Krishnamurti –

O filósofo J. Krishnamurti descreve o que significa amar da seguinte maneira:

“Liberdade e amor andam juntos. Amor não é reação. Se eu o amo porque você me ama, trata-se de mero comércio, algo que pode ser comprado no mercado. Amar é não pedir nada em troca, é nem mesmo sentir que se está oferecendo algo. Somente um amor assim pode conhecer a liberdade. (…) Quando vemos uma pedra pontiaguda em um caminho frequentado por pedestres descalços, nós a retiramos não porque nos pedem, mas porque nos preocupamos com os outros, não importa quem sejam. Plantar uma árvore e cuidar dela, olhar o rio e desfrutar a plenitude da terra… para tudo isso é preciso liberdade – e, para ser livre, é preciso amar”.

Essa liberdade é o que permite a duas pessoas amarem-se sem imposição. Também está por trás do amor universal: uma atitude generosa do indivíduo com o mundo; dar pelo simples prazer de fazê-lo, sem esperar nada em troca, nem sequer reconhecimento.

“O amar o próximo só é possível a medida em que você tenha amor próprio” – Cabocla Lírio Rosa –

Pense nisso, tenha um ótimo dia!

Rodrigo Queiroz

A Mandala da Abundância

A Mandala da Abundância (entre outras utilidades) pode ser impressa em tamanho pequeno e levada na carteira.

É uma mandala dourada, rica em detalhes, como uma jóia que traz exatamente esta idéia: riqueza. Ela contém as espirais de Fibonacci, encontrada nas formas da natureza. Note como tudo se encaixa na Geometria Sagrada. É mágico!

Observe esta mandala e lembre-se de que a Fonte quer se expandir e se tornar cada vez melhor, ao infinito. Mais inteligente, perfeita e RICA. Portanto, é perfeitamente natural que tenhamos este mesmo objetivo.

Quem diz que não quer progredir, é porque está desconectado com esta lei universal. A riqueza – em todos os sentidos – é nosso direito divino.
Segue mais algumas afirmações para limparmos crenças limitantes e manifestarmos cada vez mais abundância em nossas vidas:

“GOSTO DO DINHEIRO COM PROPRIEDADE E ALEGRIA, O QUE É AMADO AUMENTA. ELE VOLTA, MARAVILHOSAMENTE MULTIPLICADO ÀS MINHAS MÃOS.”

“O SENHOR É MEU PASTOR, ELE ME DÁ TUDO EM GRANDE ABUNDÂNCIA.”

“O DINHEIRO SE ENCONTRA EM CONSTANTE CIRCULAÇÃO EM MINHA VIDA,

ATENDENDO TODAS AS MINHAS NECESSIDADES, EM CADA MOMENTO NO TEMPO E EM CADA PONTO NO ESPAÇO.”

“RIQUEZA, SUCESSO, PROSPERIDADE. ABRO O CAMINHO PARA QUE TODOS OS BENS MATERIAIS QUE ME PERTENCEM POR DIREITO DIVINO ME VENHAM A PARTIR DE AGORA DE UM MODO PERFEITO EM MEU BENEFÍCIO.”

“TRANSFIRO O FARDO DE TODA E QUALQUER PREOCUPAÇÃO EM MINHA VIDA ECONÔMICA E MINHA VIDA PROFISSIONAL PARA O MEU CRISTO INTERNO E SIGO LIVRE E FELIZ O MEU CAMINHO.”

OBRIGADO OBRIGADO OBRIGADO
(Fonte:autor da mandala e texto—- Marcelo Dalla)

10/10/10

A ENERGIA DO PRÓXIMO DIA 10 ESTARÁ ESTARÁ MUITO FORTE E QUANTOS DE NÓS ESTIVERMOS VIBRANDO PAZ, AMOR ALICERÇADOS NA FÉ, PODEREMOS MELHORAR A EGRÉGORA DO PLANETA, CRIANDO VÁRIOS PONTOS DE LUZ, ONDE CADA UM DE NÓS ESTIVERMOS.

Meus amigos,
A energia planetária passa por momentos importantes e mágicos nestes meses que vivemos tantas mudanças, tantas quebras de verdades e tantas surpresas.

É sabido que seriam tempos tumultuados, mas mesmo assim, estamos nos surpreendendo a cada instante. Ainda temos tanto o que aprender…

Uma nova onda de energia de limpeza e cura espiritual planetária está se formando e tomando força nestes dias, e culminará no dia 10 de Outubro deste ano, em um belo trabalho de limpeza do astral e libertação de irmãos e irmãs de correntes viciosas de energia pesada e impura, ascendendo mais alguns pontos terrenos.

É mais uma etapa do trabalho de Ascenção Planetária, mas de especial abrangência e força. Muitos trabalhadores de todo Universo estarão disponibilizando sua energia e sabedoria dentro do processo e a mobilização entre os trabalhadores de luz entre nós parece especialmente intensa. Todas as faces da nossa Mãe – águas doces e salgadas, montanhas, vulcões e campos na superfície e toda a vida intraterrena – serão ativados e transmutados ao mesmo tempo.

Muitos trabalhadores estão sendo convocados para atuar pessoalmente com os Comandos Maiores ou apenas através de vibrações pessoais neste importante dia.

Entre tantas convocações que recebi com instruções de trabalho (e sei que muitos de vocês também devem ter tido acesso a algo semelhante), percebi que todos eram direcionados à força tarefa masculina de ativação e transformação, então pedi à Senhora que me passasse diretrizes da atuação reservada a todos que sustentam o feminino planetário, com a benção de Shekinah.

Gostaria de lembrar que “masculino” e “feminino” são apenas termos que adotamos para referenciar o tipo de energia que sustenta e orienta cada trabalho e ação. Existem homens e mulheres em ambas as freqüências energéticas complementares (os chamados pólos opostos do equilíbrio universal), pois somos todos frutos da união das duas. Nossa origem estelar (nossa vida antes da Terra) e nossa história de escolhas planetárias é que nos leva a ter posturas de ação ou de sustentação (mais “masculinas” ou “femininas”, respectivamente) neste momento cósmico.

Estas foram as palavras que recebi em resposta, e que transmito em amor e alegria a todos vocês.

“O Grande Despertar. Este é o momento para as adormecidas sacerdotisas da Grande Estrela.
Homens e mulheres que se ofereceram em alegria e fraternidade à Mãe e Senhora estarão abraçados e envolvidos por Maria e suas estrelas.

Peço a todas as minhas filhas e filhos que coloquem sua energia à disposição da Mãe Terra como entidade cósmica e espiritual.

Nosso trabalho, neste momento, consiste em abençoar a energia de cura e limpeza que chega, e abrir os abraços, coração e ventre da humanidade para que ela encontre pouso e alimento para trabalhar.

Somos a retaguarda dos trabalhos ativos e transformadores. Cuidaremos para que almas sofram o menos possível nas suas passagens. Vibraremos amor incondicional para que os corações duros pela ambição e falta de amor sejam envolvidos pela alma rósea de Vênus e Kumara, libertando suas dores e se desapegando de suas presas, sem luta ou disputa, que só causam mais dor e conflitos.

Alimentaremos a fé, a humildade e a alegria dos espíritos dos trabalhadores de Luz, de todas as crenças e sabedorias, para que consigam alcançar seus propósitos da forma mais pura e bela.

Em especial, peço ás minhas queridas filhas conscientes de sua posição divina e a todos os filhos de Maria que sentem dentro de sua alma a conexão com a Grande Mãe, que vibrem na intenção do despertar de todas as irmãs que ainda não reconhecem sua Luz.

É o momento do casamento planetário das forças complementares: o umbral é invadido pela Luz, os mistérios são abertos para a consciência, a mente é envolvida pelo poder do amor, a emoção busca o entendimento e a iluminação. Estamos todos no caminho de volta para sermos finalmente a Unidade, milênios depois da grande quebra. Este é O Caminho.
Todo o esforço ativo masculino de poder e mudança precisa que o Despertar Feminino aconteça, e complemente seu trabalho, trazendo beleza, alegria, aceitação e perdão para o processo. E promover este Despertar é a função de vocês, filhos e filhas de Shekinah. Acordem para seu próprio espírito e executem sua tarefa sagrada.

Durante todo o dia, vibrem amor e beleza o maior tempo possível e tragam esta energia para dentro de seus espíritos e para suas vidas.

O complemento do trabalhado, os filhos de Yeshua e do Grande Senhor Cósmico, entendedores e estudiosos dos processos e das leis, estarão realizando com sabedoria e poder.

Peço que todas as linhas de trabalho feminino se unam em torno da Grande Mãe com o mesmo propósito:
• Todas as Linhas marianas
• Seguidores de todas as Nossas Senhoras reveladas
• Sacerdotisas de todas as faces da Deusa – Ísis, Deméter, Vênus, Inana, Astarte, Ceridwen, Laksmi e todas as outras vivas em seus espíritos e culturas
• Ativadoras de pontos energéticos de Gaia que trabalham incansavelmente em silêncio e amor
• Queridos Cavaleiros e Senhoras Guardiões do Santo Graal
• Todos aqueles que, apesar de não terem efetivado seu reencontro com a Grande Mãe, encontram minhas palavras em seus corações. Meu amor os envolve com imensa gratidão e sente seu despertar.

Todo rebento precisa de um ventre para ser gerado e de um belo encontro de amor entre energias complementares para receber a vida. Unidos – sustentadores e ativadores – estamos gerando uma nova realidade planetária.

A Energia de Shekinah – a mãe cósmica – nos guia e nos une a todas as outras comunidades estelares que preenchem de feminino todo o universo.

No mais, sei que não precisam de muitas palavras ou nomes. Como sempre, suas intuições os conectarão comigo e uns aos outros, e através desta união, estaremos em comunhão de amor e alegria com todas as Energias do Universo.

Que os segredos se revelem e se tornem apenas verdades.
Maria Madalena.”

Entendo, através de Seu espírito, que muitas mulheres se lembrarão da sua divindade e força quando libertas das energias do passado. Fico muito feliz com estas revelações, pois a cada novo portal trabalhado, nos sentimos mais fortes e unidas.

Peço que cada um encontre sua forma de conexão e trabalho, mas não deixem de se lembrar que nossa alma pediu muito para estar aqui e agora, mesmo que alguns de nós não saibam o porquê exatamente, por enquanto.

Estarei conectada todo o dia 10, e especialmente ás 12:00h da manhã, na querida Pedra Grande, aqui em Atibaia – minha montanha guardiã e amiga que contemplo todos os dias, da minha varanda.

Encontrem também seus momentos sagrados e os desfrutem alegremente, ao lado de quem amam e confiam. Só assim podemos gerar e dividir amor, beleza e alegria.
Luz e amor a todos vocês.

Rejane Moreno – Atibaia – Brasil

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COROA DO DIVINO de Fernando Cavallieri

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Perdoar os AMIGOS

Bezerra de Menezes

Quando falamos em perdão, pensamos logo nos nossos inimigos, pensamos o quanto é difícil para nós passarmos a borracha do esquecimento sobre agressões, calúnias, perseguições, sejam elas no campo carnal ou espiritual.

Mas, nos esquecemos de um fator importante: o inimigo nos fere e vai embora, fica distante.

Perguntamos então, quantas vezes vamos perdoar os nossos amigos?

Aqueles que estão perto de nós e perto de nós permanecem, aqueles que, muitas vezes, nos magoam, aqueles que, em vários momentos em que precisávamos de auxilio nos negaram, ou a quem nós oferecemos auxílio e foram ingratos.

Esses permanecem conosco.

Então, é preciso uma grande dose de benevolência, de compreensão, para que os amigos continuem amigos e continuem juntos de nós.

Que as coisas pequeninas sejam esquecidas em prol das grandes coisas que, em conjunto, podemos realizar com as pessoas queridas.

Assim, como somos obrigados a desculpar tantas situações dentro de nossa família, porque não podemos nos desprender desses elos biológicos, e sejamos, também, capazes de compreender os amigos, esses que, num instante de invigilância, de imprudência ou, às vezes, até assediados por entidades perseguidoras ou por problemas de difícil solução interior, nos desferiram golpes.

Em benefício dessa grande família espiritual, que nós saibamos relevar e conviver fraternalmente, sem emitir vibrações negativas, sem o processo de cobrança permanente, sem o falar imprudente.

Que saibamos, realmente, fortalecer os elos de grandes amigos, porque aqueles que caminham juntos, ombro a ombro com Jesus, estão na mesma estrada, buscando o mesmo horizonte, com as mesmas situações de resolver problemas ou adquirir débitos.